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Setor da construção civil cresce mais de 19% no Oeste Paulista

Written by: Gustavo

Trabalho não falta na construção civil na região do Oeste Paulista. Dados divulgados pelo sindicato da categoria apontam que em 2013, o emprego no setor cresceu em comparação a 2012. Em Presidente Prudente, o aumento foi de 19,12% com 2.067 contratações, o aumento foi maior do que o registrado no Estado, com 1,37%, contabilizando 11.892 novos empregos.

O ex-funcionário de uma multinacional, Alexssandro Gazola, contribuiu para esse resultado. Ele começou a construir casas para vender e hoje tem uma construtora com cerca de 50 funcionários e muito trabalho pela frente. “É um bom momento, acho que não dá para reclamar de nada. O mercado que eu atuo são casas populares, tem muita demanda e estou atrasado no que eu tenho que entregar. Eu tenho mais entrega do que produção”, explica.

Em casas populares ou em prédios de vários andares, o cenário é o mesmo. O otimismo dos empresários impulsiona as contratações, tudo porque a construção civil, que enfrentou crises nas últimas décadas, voltou a ser um bom investimento.

Para o engenheiro civil, Nuno Ramos Júnior, o período é de investimentos. “É um momento de crescimento, nós amargamos um período de crise no setor da economia, principalmente na construção civil, mas hoje nós vemos que o setor público vem investindo na área da construção civil”, salienta.

 

  O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), em Presidente Prudente, Gilberto Zangirolami, o setor poderia ter um desenvolvimento ainda maior se não fosse o problema da falta de mão de obra qualificada. “A mão de obra ainda é uma questão a ser discutida e trabalhada e também há aqueles profissionais que preferem trabalhar por conta e em outros seguimentos, isso faz com que tenhamos a falta desses trabalhadores”, diz.

Apesar dessa dificuldade, todos aproveitam o bom momento da construção e os resultados positivos nas contratações são um sinal para os próprios trabalhadores. “O cenário é positivo para que possamos buscar melhores salários e boas condições de trabalho. Com oferta de emprego e faltando trabalhadores, isso ajuda nas negociações, até nas condições de saúde e segurança dos trabalhadores”, afirma Zangirolami.

 

 

 

Fonte: g1.com.br

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