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Grupo G44 Brasil destina rejeitos de minério à construção civilAtrai aditivos para concreto, cimento e argamassa

Written by: ATRAI

Da lama e da areia que sobram do beneficiamento do minério, normalmente ricas em quartzo, óxido de ferro e argila, criaram peças pré-moldadas para a construção de casas, prédios, muros e pisos

A mineração é um dos setores mais importantes da economia brasileira. No entanto, é preciso ressaltar que a prática costuma gerar sérios danos ao meio ambiente. As alternativas para o uso dos resíduos e eliminação total do passivo ambiental ganham força e já são uma realidade no país. A Correia Engenharia, localizada em Taguatinga e pertencente ao grupo G44 Brasil, criou e desenvolveu um projeto que tem por objetivo colaborar para uma destinação segura dos resíduos sólidos.

Além de diminuir os impactos ambientais, a iniciativa da Correia Engenharia colabora para a fabricação de artefatos e materiais para a construção civil. Com o descarte dos rejeitos, a empresa produz blocos para alvenaria, tijolos, telhas, cerâmicas e lajotas. A iniciativa é uma preocupação espontânea da empresa e do grupo ao qual pertence com o ambiente que, em breve, será obrigatória para as mineradoras do país.

O projeto teve inspiração no grupo G44 Brasil – empreendimento instalado no Brasil há dois anos e que vem se consolidando no mercado com diversas inovações em negócios, especialmente no setor mineral – que tem conquistado mercado, também, pelas práticas sustentáveis em prol do meio ambiente. A empresa faz a transformação dos resíduos gerados a partir da mineração no norte do estado goiano. Da lama e da areia que sobram do beneficiamento do minério, normalmente ricas em quartzo, óxido de ferro e argila, criaram peças pré-moldadas para a construção de casas, prédios, muros e pisos.

Para se ter uma ideia, o preparo e beneficiamento do minério, em geral, originam resíduos na ordem de 1,5 vezes maior comparando-se à produção. Este volume é normalmente disponibilizado em pilhas próximos às extrações ou mesmo em soterramentos de vales formados pela atividade extrativista mineral.

Mudanças nas mineradoras

Com o intuito de minimizar os impactos ambientais, um projeto está em tramitação no governo. Segundo a Agência Senado, as empresas mineradoras poderão ser obrigadas a destinar parte dos resíduos de mineração para a fabricação de artefatos e materiais da construção civil. A regra determinada pelo projeto (PL 1496/2019) altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e aguarda o recebimento de emendas na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).

A proposta se trata das medidas de segurança para comunidades próximas a barragens, possibilidades de isenção de impostos e destinação dos artefatos feitos com os rejeitos. A adaptação chegará para todos e a execução de novos projetos terá de contemplar métodos modernos de deposição dos rejeitos da atividade.

Fonte:Link para matéria original



Atrai aditivos para concreto e argamassa

Os aditivos para concreto são incorporados na mistura entre cimento, água, areia e brita para dar características especiais ao concreto. Essas substâncias alteram as propriedades do material no estado fresco e thumbendurecido, podendo ser exploradas para ampliar as qualidades e minimizar possîveis desvantagens das misturas sem os aditivos.
O concreto aditivado pode ter sua trabalhabilidade, resistência, compacidade, entre outras propriedades, melhoradas, bem como permeabilidade, retração e absorção de água reduzidas.

Algumas das substâncias utilizadas na composição do concreto aditivado são os superplastificantes, retardadores de pega, aceleradores de pega e incorporadores de ar, entre outros. O preparo pode ser feito tanto em centrais, no modelo de concreto usinado, quanto nos canteiros de obras.

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